Há 26 anos trabalhando pelos municípios do Paraná
Última atualização: 10/12/2021 p>

Em anúncio na última terça-feira (7), o Governo do Estado comunicou que destinará R$ 30 milhões a um novo programa de fortalecimento da vigilância em saúde, o PROVIGIA. A iniciativa foi construída para incrementar a estratégia em todo o Estado, evoluindo o programa que estava vigente desde 2013. O anúncio foi realizado em uma reunião no Palácio Iguaçu com o governador Carlos Massa Ratinho Junior e o secretário estadual de Saúde, Beto Preto.
ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA – Já a Secretaria de Saúde anunciou R$ 11 milhões em recursos para a aquisição de medicamentos. O investimento é destinado aos 399 municípios, sendo que Curitiba recebe na modalidade fundo a fundo e os demais 398 através de um aditivo ao convênio que a Sesa mantém com o Consórcio Paraná Saúde.
“Antes de terminar o ano, estamos colocando mais recursos à disposição dos municípios. Cerca de 84% vai para o Consórcio Paraná Saúde, e os outros 16% para o fundo municipal de saúde de Curitiba. É um esforço que em outros anos não existiu, mas que com bastante economia vamos conseguir ajudar os municípios a comprar mais medicamentos”, explicou Beto Preto.
O presidente do Consórcio Paraná Saúde e prefeito de Marilândia do Sul, Aquiles Takeda Filho, ressaltou a relevância do aporte. “Esse recurso vai atender todos os municípios do Consórcio na atenção farmacêutica. Esse repasse era de R$ 28 milhões anuais pelo Estado, somado a mais R$ 57 milhões do governo federal, correspondendo a cerca de 50% do repasse da União. Com esse novo recurso, chegamos a quase R$ 40 milhões investidos no ano pelo Estado — 70% do valor federal”, explicou o presidente.
A expectativa é que o recurso entre no orçamento de 2022 após aprovação, entrando no complemento de compra e execução até abril. O recurso será usado dentro da gama de 180 medicamentos de atenção básica que o Paraná Saúde oferece, além de um reforço para neuropsiquiátricos para reforçar a saúde mental. O investimento é dividido pelos municípios seguindo o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM).
“Isso vem em um momento de grande relevância. No pós-pandemia, sabemos que a demanda pelo atendimento em saúde mental só vai aumentar”, reforça Takeda Filho.
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